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FIDUCIAL é um grupo internacional de contabilidade e apoio à gestão de PME´s. Em Portugal desde 1999, a   FIDUCIAL dispõe de mais de 65 escritórios espalhados por todo o país (mais informações por área geográfica: Norte e Centro, Grande Lisboa, Sul e Ilhas), prestando serviços a cerca de 2500 clientes.
Com um serviço profissional e com a tónica no apoio à gestão, a FIDUCIAL diferencia-se dos tradicionais gabinetes de contabilidade e consultadoria oferecendo um conjunto de serviços financeiros, incluindo a contabilidade, relatórios financeiros, aconselhamento de gestão, processamento de salários, preparação de impostos e consultoria financeira. O objectivo é acompanhar de perto os nossos clientes, aumentar os seus lucros, eficiência e organização.
Através de uma tecnologia inovadora, a FIDUCIAL disponibiliza aos seus clientes o acesso a informação de gestão em tempo real, através da plataforma Fiducialink. 

novidades / notícias

01-04-2008
Inflação na OCDE abranda em Fevereiro
Maior subida homóloga registada em Fevereiro foi a dos preços da Energia
 
O Índice de Preços no Consumidor para a generalidade dos Estados-membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) subiu 3,4% em Fevereiro, mesmo assim aquém dos 3,5% registados em Janeiro.

Os dados divulgados, esta terça-feira, pela OCDE revelam que em termos mensais os preços subiram 0,3% em Fevereiro, face ao aumento de 0,2% de um mês antes.

A maior subida homóloga registada em Fevereiro foi a dos preços da Energia (mais 13,9%), seguida pela Alimentação (mais 4,9%).

A OCDE diz ainda que a inflação na Zona Euro acelerou em Fevereiro para os 3,3%, face aos 3,2% de Janeiro, enquanto que nos Estados Unidos, os preços subiram 4% no segundo mês do ano, em abrandamento face aos 4,3% de Janeiro.

Na Europa, as maiores subidas homólogas dos preços foram verificadas na Itália (2,8%), França e Alemanha (2,8%) e no Reino Unido (2,5%).

 

31-03-2008
Volume de negócios no comércio a retalho cresce 2,9 por cento
Emprego e remunerações também aumentam
 
O volume de negócios no comércio a retalho subiu 2,9 por cento em Fevereiro. O emprego, as remunerações e o número de horas trabalhadas também registaram variações homólogas positivas, diz o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O volume de negócios no comércio a retalho registou uma taxa de variação homóloga de 2,9%, em Fevereiro deste ano, ou seja, superior ao verificado em Janeiro em 0,9 pontos percentuais (p.p).

«Este andamento do índice agregado, foi determinado por comportamentos opostos dos dois agrupamentos considerados», anuncia o INE.

Já comércio de produtos alimentares registou uma variação de 7,3%, face a Fevereiro do ano passado, enquanto o comércio de produtos não alimentares desceu 0,7%.

Em relação ao mês anterior, as vendas no comércio a retalho, deflacionadas e corrigidas dos dias úteis e do efeito da sazonalidade, registaram uma variação de 2,3%, isto é, menos 1,3 p.p. face Janeiro.

O emprego no comércio de produtos alimentares apresentou uma variação homóloga de 7,4%, superior em 0,3 p.p. ao registado em Janeiro, enquanto no comércio de produtos não alimentares aquela variação foi de 1,8%, mais 0,4 p.p. que o observado no mês anterior.

As remunerações no agrupamento de produtos alimentares aumentaram 13,1%, enquanto no agrupamento de produtos não alimentares registaram um acréscimo de 7,2%.

O volume de trabalho registou uma variação de 4,1%, em Fevereiro, face ao período homólogo do ano anterior, o que se traduz numa aceleração de 1,9 p.p. face à variação observada em Janeiro.
 

 

28-03-2008
Autoridade do Trabalho aumenta número de inspectores em 35 por cento
Contratação de 100 novos colaboradores
 
A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) vai aumentar o seu número de inspectores em 35 por cento face aos 282 actuais. De acordo com o inspector-geral, Paulo Morgado de Carvalho, a medida «é uma bolsa de oxigénio» para a entidade.

O recrutamento dos cem novos colaboradores deverá estar terminado no final do ano, sendo que o número de candidatos foi da ordem dos 9.500.

«Com o número de inspectores actuais, temos desenvolvido uma actividade positiva, mas esta também tem crescido», explicou o responsável aos jornalistas, à margem do seminário «A Nova Lei do Trabalho Temporário», que decorre esta sexta-feira, em Lisboa.

A ACT diz ainda que, mesmo com o aumento do número de profissionais previsto, o valor continua muito abaixo do ideal, que se pode estender até aos 538 funcionários. No entanto, Paulo Morgado de Carvalho reconhece que «não é pelo facto de termos um inspector em cada empresa que se resolvem todos os problemas».

Troca de informações com congéneres europeias

A autoridade tem vindo a desenvolver uma série de parcerias com as congéneres de outros países, numa acção que se pretende mais de troca de informações do que de componente fiscalizadora.

Além de uma relação estreita com a entidade espanhola, e com particular ênfase para contactos na área da Galiza, a ACT espera reforçar este tipo de acções, pelo que, além de protocolos com a Holanda e a Tunísia, está prevista a troca de informações com a Bulgária.
 

27-03-2008
Melhoria do saldo orçamental foi conseguida tanto pelo lado da receita como da despesa

A redução do défice público em 2007 foi conseguida tanto pelo lado da receita como da despesa, mas as receitas deram um contributo ligeiramente maior, segundos dados do Instituto Nacional de Estatística e as contas feitas pela agência Lusa 
 
O INE divulgou hoje os dados do procedimento do défice excessivo, com os valores dos saldos orçamentais dos últimos anos, onde refere que em 2007 o défice público ficou nos 2,6 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), a que corresponde uma melhoria de 1,3 pontos percentuais face ao ano anterior.

A explicar essa melhoria esteve uma subida da receita face ao PIB (em 0,7 pontos percentuais), ao mesmo tempo que o peso da despesa sobre a riqueza produzida baixou 0,6 pontos percentuais.

Estes dados mostram que ambas as componentes do défice contribuíram para a sua melhoria, embora o contributo da receita tenha sido ligeiramente melhor.

Em termos absolutos, os dados do INE provam que a receita pública cresceu 6,5 por cento, enquanto a despesa aumentou 3,6 por cento (valores que comparam com um crescimento nominal da economia de 4,9 por cento).

diarioeconomico.pt

 

26-03-2008
Governo baixa taxa do IVA de 21 para 20 por cento 
Nova taxa entra em vigor a 1 de Julho
 
O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou hoje que o Governo vai baixar a taxa do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) para 20 por cento, com efeitos práticos a partir de 1 de Julho. A taxa actual é de 21 por cento depois de o actual Governo a ter aumentado em dois pontos percentuais no início da legislatura.

A decisão do Governo surge no mesmo dia em que o Instituto Nacional de Estatística anunciou que o défice orçamental do ano passado foi de 2,6 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).

A redução do IVA terá efeitos já este ano, depois de uma proposta de lei a ser apresentada à Assembleia da República em breve, na sequência da aprovação de amanhã em Conselho de Ministros.

A baixa do défice público (2,6 por cento) para valores bem abaixo do que se previam (três por cento) – “o valor mais baixo atingido na democracia portuguesa” –, destacou Sócrates em conferência de imprensa, conjugado com a redução da dívida pública em um ponto percentual do PIB, antecipando em um ano as previsões do Governo, são razões apontadas pelo primeiro-ministro para uma menor carga fiscal sobre os portugueses.

Na continuidade dos resultados apurados no ano passado, José Sócrates quis demonstrar que a decisão anunciada hoje pelo Governo baseia-se igualmente nos números obtidos nos primeiros dois meses do ano. Segundo o chefe do Governo, o saldo do subsector Estado baixou em 72 milhões de euros nesse período, em comparação com idêntico período de 2007, e o saldo da Segurança Social também melhorou, “mais do que duplicando”, face a Janeiro e Fevereiro do ano passado.

O trabalho de Fernando Teixeira dos Santos e de todo o Ministério das Finanças, que resultou na baixa do défice e da dívida público em relação ao PIB, foi elogiado pelo primeiro-ministro, bem como o “esforço dos portugueses” nestes últimos anos, a quem foram “pedidos sacrifícios”.

Esse esforço pode agora ser compensado com uma baixa da carga fiscal, justificou Sócrates, que é apenas de um ponto percentual (de 21 para 20 por cento) por motivos de “prudência”.

“Esta é uma medida prudente e responsável, porque é a redução que podemos fazer face à incerteza que ainda se vive na economia internacional”, explicou. “É também uma medida justa porque estamos em condições de diminuir o esforço que pedimos aos portugueses e esta é a altura para o fazer”, prosseguiu Sócrates.

Apesar da instabilidade dos mercados financeiros não ter um fim à vista, o primeiro-ministro admitiu que “a partir de agora, não é preciso um esforço [dos portugueses] tão acentuado” como se pediu nos últimos anos, não escondendo que o trabalho deve continuar “em prol da disciplina orçamental”.

PUBLICO.PT
 

25-03-2008
Número de desempregados caiu 11,6 por cento em Fevereiro face a igual período de 2007

Mantém-se trajectória descendente
 
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego caiu 11,6 por cento em Fevereiro, face a igual período de 2007, mantendo a trajectória descendente pelo segundo ano consecutivo, indicou hoje o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Quando comparado com Janeiro, o IEFP indica que o número de desempregados registados diminuiu 0,3 por cento. No final de Fevereiro, encontravam-se inscritos nos centros de emprego do continente e regiões autónomas da Madeira e Açores 398.579 desempregados, menos 52.258 que no mesmo período do ano passado, e menos 1095 desempregados que no mês de Janeiro.

A procura de novo emprego, situação que abrangia 90,7 por cento dos desempregados, apresentou um decréscimo de 13 por cento face ao mês homólogo de 2007, enquanto que a procura de primeiro emprego acusava um aumento de 4,5 por cento no número de inscrições.

Considerando a duração do desemprego, 59,7 por cento dos indivíduos estavam registados há menos de um ano e 40,3 por cento há um ano ou mais.

Comparativamente a Fevereiro do ano passado, assistiu-se à diminuição do desemprego de curta e de longa duração de 12,6 por cento e 10,1 por cento, respectivamente.

A diminuição anual do desemprego verificou-se tanto nos homens como nas mulheres, mantendo o sexo masculino uma redução percentual mais elevada, de 14,8 por cento, contra 9,3 por cento.

Por grupo etário, o desemprego nos jovens caiu dez por cento, face ao mesmo mês de 2007, enquanto que nos adultos o decréscimo foi na ordem dos 11,9 por cento.

A nível regional, verificou-se um decréscimo homólogo nas cinco regiões do continente, com destaque para o Alentejo e Lisboa e Vale do Tejo que registaram as diminuições mais significativas de 15,7 por cento e 13 por cento, respectivamente.

Relativamente à actividade económica de origem do desemprego, dos 349.876 desempregados que aguardavam por um novo emprego, nos centros de emprego do continente, 59,7 por cento eram oriundos de actividades do sector dos serviços, 34,1 por cento provinham do sector da indústria e 4,2 por cento do sector agrícola.

O volume de ofertas disponíveis, no final do mês, nos centros de emprego de todo o país, totalizou 14.356, número que mostra um aumento de 22,3 por cento relativamente ao mês homólogo de 2007 e uma quebra de 0,3 por cento quando comparado com o mês anterior.

O fim do trabalho não permanente representava 40 por cento das inscrições efectuadas ao longo deste mês nos centros de emprego do continente.

PUBLICO.PT
 

24-03-2008
Crédito malparado concedido às empresas cresce mais de 10 por cento no primeiro mês do ano

Em Janeiro, o crédito de cobrança duvidosa concedido às empresas portuguesas atingiu os 1,64 mil milhões de euros, um aumento de 10,69% relativamente aos 1,48 mil milhões de euros verificados em Dezembro de 2007
 
Segundo o Boletim Estatístico de Março do Banco de Portugal, hoje divulgado, o crédito malparado das empresas nacionais foi no entanto inferior em Janeiro ao recorde histórico de 1,72 mil milhões de euros obtido em Novembro do ano passado.

Em termos homólogos, o crédito de cobrança duvidosa concedido às empresas portuguesa regista um aumento de 8,86%.

A mesma fonte adianta que, no mês em análise, o crédito concedido total às empresas atingiu um novo recorde nos 103 mil milhões de euros, mais 1,16% do que em Dezembro e mais 12,4% do que no mesmo mês de 2007.


DiarioEconomico.com

 

20-03-2008
PIB cresceu 2,0% no último trimestre de 2007
De acordo com as Contas Nacionais Trimestrais, divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no quarto trimestre de 2007, o PIB em Portugal registou uma taxa de variação homóloga real de 2% (1,7% no trimestre anterior)
 
Segundo os Indicadores de Conjuntura hoje divulgados pelo Banco de Portugal, "esta evolução reflectiu o comportamento favorável da procura interna, com um contributo para a taxa de variação homóloga do PIB de 3,4 pontos percentuais (2,3 pontos percentuais no terceiro trimestre de 2006), em resultado da aceleração de todas as suas componentes, com destaque para o investimento (que observou um crescimento de 8,6%, após ter aumentado 5,4% no terceiro trimestre.

O Banco de Portugal nota, contudo, que foi registado um agravamento do contributo da procura externa líquida para a taxa de variação homóloga do PIB (-1,4 pontos percentuais após -0,6 pontos percentuais no terceiro trimestre), reflectindo quer a desaceleração das exportações (com um crescimento de 4,4%, contra 6% no terceiro trimestre), quer a aceleração das importações em 6,8%, contra 6,2% no terceiro trimestre.

A mesma fonte acrescenta que, na totalidade de 2007, o PIB cresceu 1,9% em termos reais, após uma variação de 1,3% em 2006.

"À semelhança do verificado no quarto trimestre, esta aceleração foi determinada pelo comportamento da procura interna (contributo de 1,8 pontos percentuais após 0,3 pontos percentuais no ano anterior), que reflectiu a evolução de todas as suas componentes, em particular do investimento (3,2%, o que compara com -0,8% no ano anterior). Relativamente à procura externa líquida, a diminuição do seu contributo para a variação do PIB (0,1 pontos percentuais, após 1,1 pontos percentuais no ano passado) traduz a desaceleração das exportações em 7,1%, face a 9,2% em 2006 e a aceleração das importações (5,4%, após 4,6% no ano anterior).

 

19-03-2008
Consumo estabiliza e investimento desacelera nos primeiros meses do ano
Inflação homóloga estabilizou nos 2,9 por cento em Fevereiro 
 
O indicador de sentimento económico e o indicador de confiança dos consumidores da Zona Euro mantiveram, em Fevereiro, o movimento descendente dos seis meses anteriores, diz o Instituto Nacional de Estatística (INE).

No plano interno, Janeiro e Fevereiro apontam para alguma desaceleração da actividade económica, após o crescimento de 2,0 por cento do PIB registado no quarto trimestre de 2007 (mais 0,3 pontos percentuais do que no trimestre anterior).

O indicador de clima económico estabilizou em Fevereiro, depois de ter diminuído nos dois meses anteriores, e o indicador de actividade económica desacelerou em Janeiro.

«O indicador de investimento aponta para uma desaceleração significativa nesta variável, em consequência do comportamento negativo de todas as suas componentes», revela o INE.

Vendas de veículos ligeiros crescem

Os sinais de abrandamento são menos evidentes no caso do consumo privado, tendo o respectivo indicador estabilizado. Nos dois primeiros meses do ano assistiu-se simultaneamente à continuação da tendência negativa do indicador de confiança dos consumidores e a elevadas taxas de crescimento homólogas das vendas de veículos ligeiros de passageiros.

Do lado da oferta, a generalidade dos indicadores aponta para um abrandamento da actividade económica, com os índices de volume de negócios e de produção a apresentarem em Janeiro variações homólogas inferiores às de Dezembro.

Verificou-se, ainda, uma ligeira aceleração das importações, mais 0,5 pontos percentuais e uma desaceleração das exportações, ou seja, menos 1,2 por cento em Janeiro.

A inflação homóloga estabilizou em 2,9 por cento em Fevereiro. A inflação medida pelo IHPC encontra-se num nível inferior ao da Zona Euro desde Setembro.

 

18-03-2008
Plano da CCDRN prevê investimento na inovação de 2 mil milhões
120 milhões financiados com verbas comunitárias
 
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) apresentou esta terça-feira um plano para a inovação de dois mil milhões de euros, que prevê elevar até 2013 o investimento em investigação para 1,8 por cento do PIB, diz a «Lusa».

«Isto é mais do que duplicar o patamar actual», afirmou o vogal da Comissão Executiva do Programa Operacional Regional do Norte, Mário Silva, na apresentação deste plano, que pretende consolidar um sistema regional de inovação que promova as vantagens competitivas do norte do país.

O Plano para a Inovação, que é uma das agendas temáticas definidas no Pacto Regional para a Competitividade, prevê um investimento global de dois mil milhões de euros, dos quais cerca de metade financiados por verbas comunitárias.

«Este é um plano de quem quer arregaçar as mangas para que a região norte esteja irreconhecível dentro de sete anos», frisou Mário Silva, admitindo que se trata de um projecto «muito ambicioso», mas com condições para ter sucesso.

Em simultâneo com este plano para a inovação, a CCDRN apresentou o Plano para o Acolhimento Empresarial, também integrado no Pacto Regional para a Competitividade, que prevê um investimento global de 171 milhões de euros até 2013, dos quais 120 milhões financiados com verbas comunitárias.

 

17-03-2008
Bruxelas ataca fraude carrossel no IVA
Perdas variam entre os 2 e os 10% da receita efectiva de IVA
 
A Comissão Europeia propôs esta segunda-feira, em Bruxelas, a diminuição do tempo de transmissão de informação sobre as transacções comerciais entre os Estados-membros a fim de as autoridades passarem a detectar mais rapidamente a chamada «fraude carrossel».

«As medidas propostas hoje constituem um primeiro passo no sentido de se lutar de uma forma mais eficaz contra a fraude no IVA», disse o comissário europeu da Fiscalidade e União Alfandegária, Laszlo Kovacsm, avança a «Lusa».

A proposta da Comissão Europeia vai no sentido de se acelerar, a partir de 2010, a troca de informações relativas a operações comerciais intra-comunitárias.

O prazo actual entre o momento em que uma operação entre agentes económicos de dois Estados-membros tem lugar e aquele em que a informação é colocada à disposição do país onde o imposto será pago vai de dois a seis meses.

Bruxelas pretende reduzir esse período para um a dois meses.

As perdas fiscais sofridas com a «fraude carrossel» situam-se entre os 2 e os 10 por cento da receita efectiva de IVA, segundo estudos feitos.

A «fraude carrossel» no IVA consiste num esquema que envolve transacções comerciais de produtos entre contribuintes de diferentes países.

Nesse esquema, há não só lugar a deduções de IVA sobre operações que nunca aconteceram, como também ocorrem reembolsos de IVA sobre impostos que nunca chegaram a ser pagos.

 

14-03-2008
Inflação estabiliza em Fevereiro

Dados divulgados pelo INE
 
A inflação média e homóloga estabilizou em Fevereiro em 2,5 e 2,9 por cento, respectivamente, face ao mês precedente. A inflação mensal entre Janeiro e Fevereiro foi nula, indica hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os transportes, os produtos alimentares e bebidas não alcoólicas e a habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis são as classes de produtos que continuam a determinar a evolução do índice de preços no consumidor. O sector das comunicações contribuiu negativamente para o índice homólogo.

Na variação mensal nula entre Janeiro e Fevereiro, as descidas nos preços das classes de vestuário e calçado (três por cento) e dos transportes (0,3 por cento) foram compensadas, e anuladas, pela subida dos preços nos sectores do lazer, recreação e cultura e das bebidas alcoólicas e tabaco.

PUBLICO.PT

 

13-03-2008
QREN disponibiliza 171 milhões para apoiar empreendedorismo e inovação
Prazo de entrega das candidaturas termina no dia 23 de Maio 
 
O sistema de incentivos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) abriu novos concursos para apoiar projectos de empreendedorismo e produção de novos bens e serviços com financiamento comunitário de 171 milhões de euros.

Os concursos no âmbito do empreendedorismo qualificado destinam-se a apoiar a criação de novas empresas ou de empresas com menos de três anos de actividade classificadas como PME e têm uma dotação orçamental de 36 milhões de euros (10 milhões para empreendedorismo feminino).

No campo dos novos bens e serviços, incluem-se produtos, serviços, processos e métodos desenvolvidos de forma pioneira pela empresa ou resultantes de transferência de conhecimento.

Podem também apresentar candidaturas os projectos de expansão de produção de uma empresa em actividades de alto conteúdo tecnológico ou em mercados de elevado potencial de crescimento.

No caso do turismo, consideram-se projectos inovadores, entre outros, a criação ou requalificaão de empreendimentos, equipamentos ou serviços com carácter de inovação, com elevado perfil diferenciador ou por via da aplicação das mais modernas tecnologias.

O montante a disponibilizar é de 135 milhões de euros.

O prazo para recepção das candidaturas termina no dia 23 de Maio.

 

12-03-2008
Taxas de juro sobem pela sétima sessão consecutiva
Crise financeira está a dificultar acesso ao crédito
 
As taxas de juro comerciais continuam a subir. Esta quarta feira foi a sétima sessão consecutiva em alta. A Euribor a três meses atingiu mesmo o valor mais alto desde dia 7 de Janeiro, ao situar-se nos 4,61 por cento.

Sinais de que nem mesmo a acção concertada dos bancos centrais, que ainda esta semana decidiram efectuar uma injecção de liquidez nos mercados financeiros, chegam para travar o preço do dinheiro.

Além da taxa a três meses, também a Euribor a seis meses, a mais utilizada para indexar os contratos de crédito à habitação em Portugal, e a Euribor a 12 meses subiram, ambas para 4,59 pontos percentuais.

O aumento das taxas de juro, quando os analistas apontam mesmo para uma descida das taxas do Banco Central Europeu (BCE) a partir de meados do ano, deve-se à crise financeira desencadeada pelo crédito de alto risco (subprime) nos EUA, que alastrou a outros sectores e que está a causar um abrandamento da economia mundial.

Com estas circunstâncias, vários bancos estão com maior dificuldade em financiar-se, o que se reflecte também num endurecimento dos critérios de concessão de crédito a outras empresas e particular.

 

11-03-2008
Banco de Portugal: empréstimos bancários vão ficar mais caros 
Crise do "subprime" e falta de liquidez nos mercados monetários 
  
Os portugueses vão pagar os empréstimos à banca mais caros dentro de pouco tempo, na sequência da crise do crédito hipotecário de alto risco ("subprime") nos EUA e da falta de liquidez nos mercados monetários, disse hoje governador do Banco de Portugal.

Em declarações aos jornalistas no Fórum do "Diário Económico" sobre Banca e Mercados de Capitais, em Lisboa, Vítor Constâncio disse que "o custo de financiamento para os bancos vai aumentar".

"Até agora, os bancos não reflectiram isso concretamente, mas a continuação desta situação, se não houver uma normalização nos mercados internacionais, terá reflexos no preço a que os bancos oferecem os serviços aos seus clientes", acrescentou o governador.

As declarações de Constâncio estão em sintonia com os vários presidentes de bancos portugueses, que apontaram para o aumento do custo dos empréstimos, ao mesmo tempo que os depósitos também vão ver a sua remuneração subir.

Os clientes da banca comercial, em média, "estão melhores do que o que estavam [antes da crise], porque estão a receber mais pelos seus depósitos e a pagar menos juros", afirmou o presidente executivo do BPI, Fernando Ulrich.

"O custo está inteiramente a ser suportado pelos bancos que estão sozinhos a absorver todo o impacto", sublinhou Ulrich.

Em declarações aos jornalistas, o presidente do BCP também comentou o custo do crédito: com o aumento da volatilidade dos mercados financeiros e a subida do custo do risco para os bancos, o custo de financiamento a médio e longo prazo das instituições aumentou "de forma considerável".

PUBLICO.PT
 

10-03-2008
Mais de 40% das empresas prevê aumentar quadro de pessoal

São os números de um estudo da Management Recruiters International (MRI) Network
 
Durante o primeiro semestre deste ano, 83 por cento das empresas portuguesas prevê manter ou aumentar o seu quadro de pessoal, de acordo com um estudo da Management Recruiters International (MRI) Network, citado pela «Lusa».

Na 60ª edição portuguesa do estudo Hiring Survey, relativo ao primeiro semestre deste ano, 42% das empresas prevê aumentar o quadro de funcionários e 41% prevê mantê-lo, ao contrário de 17% das empresas que antevê reduzir o número de efectivos do seu quadro de pessoal.

Mas os valores alteram-se para o segundo semestre de 2008, sendo que a maioria das empresas portuguesas prevê manter o número de trabalhadores, cerca de 41% prevê aumentar e 4% tende a reduzir o quadro de empregados.

Tecnologias de Informação e Comunicação contratam

O sector das Tecnologias de Informação e Comunicação apresenta-se como o sector com maior percentagem de empresas que pretende aumentar o número de colaboradores (59%), sendo também o sector «em que se antecipam menos cortes na dimensão das equipas (dois pontos percentuais)», refere o estudo.

No sector da construção, a situação é «preocupante», com 35% das empresas a manifestarem intenção de diminuir os postos de trabalho, «percentagem muito afastada dos restantes sectores», diz a MRI Network.

Mais de metade dos representantes das empresas inquiridos revelou igualmente «alguma dificuldade» em «encontrar os candidatos certos nos próximos seis meses», sobretudo nas funções de componente técnica.

Para o estudo Hiring Survey, realizado pela MRI Network, foram entrevistados 218 administradores, directores gerais ou directores de recursos humanos de empresas de todas as dimensões e a operar nos sectores de Tecnologias de Informação e Comunicação, cuidados de saúde, biotecnologia e farmacêutico, indústria, construção e turismo.
 

07-03-2008
Mais de mil pessoas aderiram aos certificados de reforma na primeira semana

Quase 60% dos portugueses utilizaram a Internet para o fazer
 
Mais de mil pessoas subscreveram certificados de reforma do regime público na primeira semana em que estiveram disponíveis e mais de metade fizeram-no através da Internet, anunciou esta sexta-feira o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social.

«É um número interessante», afirmou José António Vieira da Silva, sublinhando, no entanto, que o objectivo do regime público de capitalização é colocar à disposição dos cidadãos um instrumento de poupança e não o número de subscrições, diz a «Lusa».

Presença significativa dos jovens

Aderiram aos certificados de reforma, desde o dia 1 de Março e até às 09h30 desta sexta-feira, 1.007 pessoas, 57,60% das quais utilizaram a Internet, 27,11% os serviços de atendimento da Segurança Social e 15,29% o centro de atendimento telefónico (call center).

Vieira da Silva, que falava aos jornalistas depois de subscrever um certificado de reforma no serviço da Segurança Social na Avenida Manuel da Maia, em Lisboa, destacou a «presença significativa» de jovens que subscreveram este produto.

«Um terço dos subscritores tem menos de 40 anos, algo que tradicionalmente não acontece que é as pessoas preocuparem-se desde cedo com a reforma», salientou o ministro.
 

06-03-2008
BCE volta a manter taxas de juro nos 4% por causa da inflação
Analistas esperam descida do preço do dinheiro em meados do ano
 
O Banco Central Europeu (BCE) voltou a manter a taxa de juro de referência para a Zona Euro estável nos 4%, pelo nono mês consecutivo. Tudo por causa da elevada taxa de inflação, que em Janeiro e Fevereiro atingiu os 3,2% na Zona Euro, muito acima do tecto de 2% traçado pelo banco como meta para a estabilidade de preços.

Além do aumento dos preços, o BCE está preocupado com a subida da massa monetária e do crédito. E nem mesmo os sinais de abrandamento da economia europeia são suficientes para levar o banco central a baixar as taxas.

O mais provável, segundo os analistas, é que a instituição venha a reduzir o preço do dinheiro em meados do ano, quando os sinais de desaceleração económica se intensificarem e a inflação começar a abrandar.

BCE e Bruxelas cortaram previsões para este ano

O próprio BCE cortou as suas previsões de crescimento económico para a Zona Euro. No passado dia 14 de Fevereiro, a instituição cortou as projecções para 2008, de 2,1% para 1,8%. No que se refere à taxa de inflação, a previsão subiu de 2% para 2,5%. Na altura, o banco mostrou-se ainda preocupado com os elevados níveis de incerteza.

Também a Comissão Europeia reduziu as previsões de crescimento da economia europeia para este ano. No caso da Zona, a nova perspectiva aponta para uma expansão de 1,8% e no caso da União Europeia de 2%. Em ambos os casos, a revisão representa uma redução de quatro décimas, ou seja, anteriormente, Bruxelas esperava que o Produto Interno Bruto (PIB) da área do euro crescesse 2,2% e o da União 2,4%.

A Comissão Europeia revelou também novas projecções para a taxa de inflação, apontando para os 2,6% na Zona Euro e 2,9% na União, embora aposte numa desaceleração ao longo do ano e num retorno a níveis mais normais no último trimestre de 2008. A revisão em alta é de cinco décimas em ambos os casos e prende-se com a forte subida dos alimentos e energia.

As taxas de juro praticadas na Zona Euro estão abaixo das dos EUA, que se situam nos 3%. Tanto o banco central dos EUA como o da Inglaterra cortaram já por várias vezes as taxas de juro, por acreditarem que é necessário combater a desaceleração económica. 

 

03-03-2008
FIDUCIAL inaugurou novas instalações no Seixal 
Inauguração contou com a presença de clientes, parceiros da rede Fiducial e amigos, que não recusaram o convite de Maria João Dias para a abertura oficial no seu novo escritório.
 
A inauguração das novas instalações da FIDUCIAL, no Seixal, vem dar continuidade à aposta na qualidade de serviço prestado pela partner Maria João Dias que, desde o início da sua parceria com a marcar internacional de Contabilidade e Apoio à Gestão, tem tentado transmitir aos seus clientes.

Maria João Dias está à frente da Fiducial Seixal desde finais de 2006. Para a directora desta unidade a escolha de parceiro de negócio recaiu na Fiducial, pois «não queria ser mais uma no mercado». Como a sua principal exigência era, continua, «ter um grau elevado de excelência no serviço a prestar aos clientes, pesquisei um franchising que tivesse capacidade de resposta a essas necessidades». A escolha foi, então, a Fiducial, base para a estratégia de expansão de Maria João Dias. Isto porque, como ela própria diz, «para além da qualidade de trabalho apresentada, a imagem de credibilidade e de diferença, que a Fiducial apresenta, aliada ao know-how que disponibiliza, permite-me estar no mercado com muita segurança e confiança».

O ano de 2008 fica marcado pela mudança de instalações: as antigas instalações, já exíguas, tornaram-se ainda mais pequenas com o crescimento da carteira de clientes que a Fiducial Seixal alcançou durante o ano transacto. Com o novo escritório Maria João Dias tem mais espaço físico para a concretização dos seus objectivos: «Um constante aumento na qualidade do serviço prestado aos clientes, tendo como padrão um serviço de excelência, e a continuação do crescimento sustentado da carteira de clientes».

Este novo escritório, localizado na Rua 1º de Maio, 76 R/C Esq., contribui para o sucesso da rede FIDUCIAL, através de um serviço personalizado e de elevado valor acrescentado para os seus clientes, valores pelos quais a marca se rege.

Para mais informações contactar:
Maria João Dias
Tel.: 212260450

 

29-02-2008
Clima económico estagna em Fevereiro
Sectores estão divididos, uns mais optimistas, outros menos 
 
O indicador de clima económico estabilizou em Fevereiro, depois de ter caído nos dois meses anteriores, revelam os inquéritos de conjuntura às empresas, divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Uma estagnação que se deve à divisão dos vários sectores de actividade económica.

No Comércio, o indicador de confiança diminuiu nos dois primeiros meses do ano, contrariando o movimento ascendente iniciado em Setembro. A evolução em Fevereiro foi determinada pelo agravamento observado em ambos os subsectores, mas mais intenso no Comércio por Grosso.

Nos Serviços, o indicador de confiança diminuiu nos últimos três meses e com maior intensidade em Fevereiro. O andamento no mês de referência resultou do contributo negativo de todas as componentes do indicador, embora mais forte no caso das opiniões sobre a evolução da actividade da empresa.

Já na Indústria Transformadora, o indicador de confiança recuperou ligeiramente nos dois primeiros meses do ano, mas situando-se ainda abaixo do valor verificado em Novembro.

Do mesmo modo, também na Construção e Obras Públicas, o indicador de confiança também recuperou nos dois primeiros meses do ano, mas mais intensamente em Fevereiro, devido à subida ocorrida no SRE das perspectivas de emprego. 

 

27-02-2008
Governo apresenta proposta para rever Código do Trabalho em Março
Executivo promete esforçar-se por solução próxima de consenso com parceiros sociais
 
O ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, anunciou esta quarta-feira que o Executivo vai apresentar a sua proposta de revisão do novo Código de Trabalho «nas próximas semanas», mantendo assim os compromissos assumidos.

Em declarações à «Lusa», Vieira da Silva disse pretender que o Governo envide «todos os esforços possíveis para termos uma revisão mais próxima possível das posições do consenso que se possa gerar entre os parceiros sociais».

Inicialmente, o ministro assumiu o compromisso de apresentar a proposta do novo Código de Trabalho até 29 de Fevereiro.

«Se não for no final de Fevereiro o Governo mantém o compromisso de que no primeiro trimestre deste ano tomará a iniciativa legislativa nesse domínio», garantiu Vieira da Silva, que acrescentou que esta «não é uma matéria fácil, é complexa».

«Não vamos começar a discutir essa questão hoje ou amanhã. O Governo lançou um processo de debate sobre as relações laborais há seguramente dois anos, com o Livro Verde das Relações laborais, com o Livro Branco, estamos a debater essa questão», referiu.

Vieira da Silva assegurou ainda que «não há aqui nenhum constrangimento de natureza eleitoral, as eleições ainda vêm longe».
 

25-02-2008
Fisco informa sobre alterações na declaração de IRS
Alterações e confirmações já podem ser conseguidas na hora
 
A Administração Fiscal está a enviar e-mails aos contribuintes, dando-lhes conhecimento das alterações que foram já introduzidas este ano nas declarações de IRS.

«Como é do seu conhecimento, no passado dia 01 de Fevereiro iniciou-se o prazo para a entrega, em suporte papel, da declaração Modelo 3 do IRS relativa a rendimentos do ano de 2007. No entanto, atendendo a que pode igualmente cumprir essa obrigação mediante o recurso à Internet, gostaria de lhe dar conhecimento das principais inovações que a Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) implementou e que, estou certo, em muito contribuirão para a simplificação de procedimentos». É assim que começa a missiva, assinada pelo director-geral dos Impostos, José Azevedo Pereira.

Entre as alterações enumeradas pelo Fisco está a existência de um prazo mais alargado para a entrega da declaração Modelo 3, via internet, a disponibilização, na área pessoal de cada contribuinte, no sítio das Declarações Electrónicas e o pré-preenchimento da quase totalidade do Anexo A da Modelo 3 (rendimentos do trabalho dependente e pensões).

«Com esta medida ficará a conhecer, de uma forma totalmente transparente, a informação que a DGCI obteve por parte da sua entidade pagadora de rendimentos», sublinha.

No entanto, atendendo a que responsabilidade quanto aos valores efectivamente declarados não pode deixar de ser atribuída aos contribuintes, quem constatar que os rendimentos, as retenções na fonte, as contribuições para a segurança social ou as quotizações sindicais que lhe são exibidos não correspondem aos efectivos, deverá desde logo corrigir adequadamente a sua declaração e, sempre que possível, alertar a entidade que esteve na origem da errada comunicação de dados à Administração Fiscal para que esta proceda, quanto antes, à rectificação da declaração Modelo 10, fonte dos valores pré-preenchidos.

Site dá calculadora para fazer todos os cálculos

Destaca ainda para a «criação de uma calculadora electrónica para apoio ao preenchimento dos campos que resultam da soma de vários documentos, com visualização dos dados digitados, facilitando assim a conferência dos valores digitados».

Passa ainda a estar disponível «a imediata confirmação ou alteração do domicílio fiscal e da sua caixa de e-mail», bem como «a imediata comprovação da entrega das declarações submetidas via internet». É também imediata a obtenção de certidão da liquidação do IRS.

O Fisco lembra ainda no mesmo e-mail que, este ano, os contribuintes poderão entregar a declaração de rendimentos num prazo mais alargado, se utilizarem a Internet (de 10 de Março a 15 de Abril para os contribuintes que apenas tenham auferido rendimentos do trabalho dependente e/ou pensões; de 16 de Abril a 26 de Maio sempre que tenham sido obtidos rendimentos de outra natureza).
 

22-02-2008
Actividade económica começa mal o ano e abranda em Janeiro
Economia nacional tinha acelerado no final de 2007
 
O ano não começou da melhor maneira, no que à actividade da economia nacional se refere. Prova disso é que o indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial da actividade económica, calculado pelo Banco de Portugal, diminuiu em Janeiro face ao observado no mês anterior.

Um dado que surge depois de o Instituto Nacional de Estatística (INE) ter revelado há uma semana que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2 por cento, em volume, no quarto trimestre de 2007 face ao período homólogo.

O consumo privado, que já no final de 2007 vinha dando sinais negativos, também não promete melhores notícias para o início de 2008. Os dados do Banco de Portugal revelam que o indicador coincidente para a evolução homóloga tendencial do consumo privado registou igualmente uma diminuição em Janeiro face ao mês anterior.

Uma tendência que parece acompanhar a europeia. No período de três meses terminado em Janeiro de 2008, de acordo com os Inquéritos de Opinião da Comissão Europeia, a confiança dos consumidores e no sector dos serviços diminuiu face ao quarto trimestre de 2007. No mesmo período, os indicadores de confiança na indústria transformadora e no sector da construção mantiveram o nível registado no quarto trimestre do ano passado, enquanto a confiança no comércio a retalho melhorou ligeiramente.
 

 

21-02-2008
Bruxelas baixa previsões de crescimento para a Europa
Taxa de inflação revista em alta 
 
A Comissão Europeia acaba de cortar as previsões de crescimento da economia europeia para este ano. No caso da Zona, a nova perspectiva aponta para uma expansão de 1,8% e no caso da União Europeia de 2%.

Em ambos os casos, a revisão representa uma redução de quatro décimas, ou seja, anteriormente, Bruxelas esperava que o Produto Interno Bruto (PIB) da área do euro crescesse 2,2% e o da União 2,4%.

Na origem da revisão em baixa está, como seria de esperar, a crise financeira desencadeada pelo crédito de alto risco (subprime) nos EUA, o andamento da maior economia do Mundo e os elevados preços das matérias-primas.

«A Europa começa a sentir o impacto das dificuldades globais na baixa do crescimento e aumento da inflação», afirmou o comissário europeu da Economia e Assuntos Monetários, Joaquin Almunia, para quem a melhor forma de combater os choques que a economia global enfrenta é manter as reformas estruturais e as políticas macroeconómicas estáveis.

Custo de vida agrava-se

A Comissão Europeia revela também novas projecções para a taxa de inflação, apontando para os 2,6% na Zona Euro e 2,9% na União, embora aposte numa desaceleração ao longo do ano e num retorno a níveis mais normais no último trimestre de 2008. A revisão em alta é de cinco décimas em ambos os casos e prende-se com a forte subida dos alimentos e energia.

Recorde-se que o Banco Central Europeu tem-se mostrado preocupado com a taxa de inflação, que tem andado muito acima do ideal, que fixou nos 2%. Em Janeiro, a taxa atingiu os 3,2% na Zona Euro.

As previsões de Bruxelas põem em causa as projecções do Governo português. O Executivo de José Sócrates aponta para um crescimento nacional de 2,2%, ajudado numa expansão de 2% na Zona Euro. 

 

19-02-2008
Rendimento médio líquido dos assalariados portugueses ficou quase estagnado no final de 2007
Profissões com salários mais baixos ganharam peso na estrutura do emprego
 
O ritmo de crescimento dos salários líquidos mensais dos trabalhadores por conta de outrem em Portugal está a diminuir desde o final de 2005 e quase estagnou no quarto trimestre de 2007, mostram os números do Instituto Nacional de Estatística.

No inquérito ao emprego publicado na passada sexta-feira, o INE revela que, para os quase quatro milhões de portugueses que obtêm o seu vencimento através de trabalho dependente, o rendimento médio líquido por mês foi de 720 euros, o que representa uma variação de apenas um euro face a igual período do ano anterior.

Durante toda a última década, apenas nos primeiros nove meses de 2003 - um período em que a economia portuguesa caiu em recessão técnica - se registou uma variação homóloga ainda mais negativa do nível de rendimento médio dos assalariados portugueses.

Existem duas explicações para este forte abrandamento que tem vindo a registar-se nos dois últimos anos. A primeira, é a tendência de moderação salarial a que se assiste na economia. Como o desemprego está a um nível historicamente alto, as empresas têm o poder, perante os seus trabalhadores, de não realizar actualizações significativas do valor dos seus salários, contratando novos funcionários a "preço" muito baixo. Ao mesmo tempo, no Estado, continuam a aplicar-se aumentos salariais inferiores à taxa de inflação, ao mesmo tempo que as progressões das carreiras estão congeladas.

Ainda assim, só isto não seria o suficiente para explicar uma variação média dos salários, em termos nominais, quase igual a zero. O que também aconteceu foi uma redução do peso no total do emprego das profissões que exigem mais qualificações e são mais bem pagas, ao mesmo tempo que se verificou um aumento relativo do número de pessoas com profissões que exigem poucas qualificações e são mal pagas.

Por exemplo, os trabalhadores que são quadros da Administração Pública e das empresas (e que ganham em média 1671 euros por mês) reduziram o seu peso no mercado de trabalho em Portugal, passando de 9,7 por cento no primeiro trimestre de 2005 para seis por cento no final de 2007. Pelo contrário, os trabalhadores que trabalham nos serviços e nas vendas (com um salário médio de apenas 569 euros no final de 2007) passaram de 12,9 para 15 por cento no mesmo período.

Esta alteração da estrutura do mercado de trabalho não só prejudica a evolução do salário médio em Portugal como vai no sentido inverso daquilo que era desejável para assegurar um desempenho mais forte da economia portuguesa. A tendência de reforço da importância de profissões mal remuneradas no sector dos serviços ou dos trabalhadores classificados como "não qualificados" está geralmente associada a actividades económicas menos produtivas, das quais Portugal deveria conseguir reduzir a sua dependência.

Fonte: PUBLICO.PT
 

17-11-2007
Quadro de Referência Estratégico Nacional 2007-2013

Está a decorrer a fase de candidaturas ao Quadro de Referência Nacional Estratégico (QREN), cujo prazo termina a 31 de Janeiro. O programa de incentivos prevê apoios em 3 vertentes: Qualificação de Pequenas e Médias Empresas (PME's), Investigação e Desenvolvimento, e Inovação.

As candidaturas a estes três eixos estão sub-divididas em diferentes tipologias de investimento, como por exemplo Economia Digital e Internacionalização na Qualificação de PME's, e as condições de elegibilidade variam de caso para caso. Neste ponto destacamos a autonomia financeira das empresas, o investimento a efectuar, o Concelho em que a empresa está sedeada e o CAE em que se enquadra. Da mesma forma, o tipo de incentivo pode variar consoante o projecto a que se candidata: desde o financiamento sem juros, até ao subsidio a fundo perdido.
 
Para retirar a maior rentabilidade possível, a Fiducial propõe-se a, mediante o investimento a realizar pela empresa em causa, o seu rácio de autonomia financeira, o concelho a que pertence e o respectivo CAE, fazer o enquadramento da empresa no projecto mais vantajoso para o cliente.

Para mais informações e análise gratuita da situação da sua empresa, contacte-nos para o número 212 260 450.

 

28-06-2007
Coluna Publicada no Jornal Margem Sul - elaborado por Fiducial Seixal

IVA inversão do sujeito passivo

Na sequência das alterações ao código do IVA introduzidas pelo DecretoLei 21/2007 A regra da inversão do sujeito passivo tem suscitado muitas dúvidas aos nossos empresários, tais como: O que são sujeitos passivos? Quando é que o IVA é devido pelo adquirente? E um particular que efectue uma obra na sua casa, a factura será com IVA?
Sujeitos Passivos são as pessoas singulares ou colectivas, com sede, estabelecimento estável ou domicilio em território nacional, que a actividade exercida possa deduzir o IVA, e ao adquirem serviços de construção civil, incluindo a remodelação, reparação, manutenção conservação e demolição de bens imóveis, em regime de empreitada ou subempreitada. Neste caso há a inversão do sujeito passivo, cabe assim ao adquirente a liquidação e entrega do imposto ao estado.
As facturas emitidas devem conter a seguinte expressão “IVA devido pelo adquirente”.Para que haja inversão do sujeito passivo, é necessário que, cumulativamente, se adquira serviços de construção civil e que o adquirente seja passivo do IVA em Portugal e que pratique operações que lhe dê direito á dedução do IVA.
Considera-se como obra todo o trabalho de construção, reconstrução, ampliação, alteração, reparação, conservação, demolição e limpeza.
Nos casos em que verifica que o cliente não é sujeito passivo de IVA, apenas um particular que precisa de efectuar uma obra, então neste caso deverá facturar com IVA, porque ele não terá condições para entregar o Imposto ao Estado, deverá ser quem está a prestar o serviço a entregar o Imposto, não se verificando neste caso a inversão do IVA.

 
© 2010 Fiducial Seixal
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